Arquivo do blog

terça-feira, 29 de setembro de 2015

LITERATURA DE CORDEL DO SÉCULO XXI FERES CURY





  LITERATURA de Cordel         do século: XXI.

   ESSAS PÁGINAS SÃO PRÁ VOCÊS CURTIREM O CORDEL DO SÉCULO XXI.

Autor: Feres Cury           Maringá - Paraná.

UniJore.União dos Escritores e Jornalistas de Mgá.

Espie nesse Cordel


1.....Introdução;
2.....Literatura de Cordel;
3.....Do Cordel ao Coronel;
4.....Cordel sem papel;
5.....Menino saiu;
6.....Verdades de Cordel;
7.....Cordel Curitiba As Proeza do Meu Paraná;
8.....Bota pra fora;
9.....Cordel Lá em Casa;
10...Cordel dos Seres Humanos;
11...Cordel Nesse Lugar;
12...As abelhas,as formigas e o tamanduá  Cordel Infantil;
13...Boiada do Paraná.

Qual é o signíficado?

CORDEL: Origem portugal;

Cordel são folhetos nada mais, hoje é a "tela" contendo poemas populares, expostos, pendurados em cordas ou cordeis, o que deu a origem ao nome CORDEL. Os poemas de cordel são escritos em forma de RIMA e alguns são até mesmo ILUSTRATIVOS.

LITERATURA: É a palavra com origem no termo, e em latim, que significa LETRA.A literatura remete para um CONJUNTO DE HABILIDADES de ler e escrever de forma CORRETA. muitas são as definições.


Literatura de Cordel 

 

Você já ouviu falar,

  Da literatura de Cordel!

  Ela não tem portas,

  Nem tampouco janelas.

 

 A literatura de Cordel,

 Não tem asas,

 Não tem portas.                          

 A literatura tampouco,

Não leva pro inferno,
Nem pros céus.                 
Eu tentei desenhar,
Tentei argumentar.

Um pouco escrever,
Pro povo compreender.
Entre portas e janelas,
Percebi diante delas.

Uma bendita! Uma tramela,
Algo estranho, talvez.
Encontrei uma cinderela,
Toda linda! Veja Ela.

Lá vai Ela toda bela,
Sem cravo, sem canela.
Agora que estamos aqui.
Ouça cá meu irmão.

Algo simples, eu ouvi,
Cinderela, Eu parti.
O meu barco  vou remando,
Algo simples, vou  narrando,
O meu barco  vou remando,
Cinderela no comando.
Ela e Eu, vou  levando,
Sou do século passado.

Sou um bocado apavorado,
Estudei, loucamente, E hoje!
Conclui meu doutorado,
Mas, não sou jovem do pecado.

Nem tampouco  advogado,
Não  vivo, de braços cruzados.
Não tenho ouro nem prata,
Nem tampouco pratos dourados.

Sei que vivo doutro lado,
Em um lugar, antes abandonado.
Eu vivo, mas não sei, tantos outros,
Quantos outros Eu perdoei.

Longa vida, Eu desfrutei,
Quantas jornadas.
 Jornadas essas,
Jornadas de outrora, eu conquistei.

Tão nobre meu Paraná!
Eu caminhei.
Jornadas longas,
Eu já não sei.

Nesses versos,
Junto estarei.
Com essas prosas,
Que contarei;

Dum amor, que outrora,
Digo cá, encontrei.
Se  é justo, eu não sei,
Eu, tento ainda escrever.

Longos versos, como não sei,
Aonde vou com tantas prosas.
Só ao tempo, eu direi,
Eu já tentei desenhar.

Algo mais até argumentar,
Um relato no escrever.
Pro meu povo compreender,
Este é o meu Paraná.

Na literatura de cordel.
Um enorme estado,
Pro leitor poder fortalecer.
Desse sagrado Brasil,
Verdes tanto aqui  encontrarás.

Vou agora me expressar,
Do norte velho desse Paraná.
Por Londrina, outrora Maringá,
Cidades lindas desse nosso Paraná.

Se  falar da lavoura, entre tantos,
O soja, o trigo, o milho vamos lá!
O forte lavrador do meu Paraná!
Terra roxa ei avante meu Paraná.



DO CORDEL ao CORONEL
O cordel evoluiu,
Do papel até sumiu.
A nova literatura,
Não mais no papel.
A informatização tomou conta,
Hoje ela é que defronta.

É a nova temática,
Tudo diante da informática.
O analfabeto, hoje é mais,
Quem não informatizar.
Analfabeto dessa geração,
Impune, da modernização.

Aqui a sua disposição,
A nova literatura de cordel.
Não mais escrita a mão,
Impune, no seu celular o cordel.
A literatura dessa gestão,
No celular dista valorização.

Não mais relata no papel,
A nova literatura de cordel.
Não sou general,
Tampouco coronel.
Escrevi o rascunho,
Num simples papel.

Naveguei aqui o meu cordel,
Pra ser visto pro jovem,
E também pro coronel.
É a literatura de cordel.







     CORDEL SEM PAPEL



A literatura de cordel,
Não mais escrita em papel.
É a prosa singular,
É a história comentada.
Da vida pro papel,

Só imprimida.
Comprimida,
Divertida.
Em prosa, em rimas,
A forma deve contar.
A realidade de um povo,
Em versos vamos historiar.

Da culpa, nasceu o perdão,
Da canção nasceu o vilão.
Aqui eis a escritura,
Dessa nova literatura.
A literatura de cordel,
Que expressa nossa vida.
A tradição nela inibida,
Segue sem rumo, é a vida.





                 MENINO SAIU...


Menino  saiu, pra rua se foi,
Menino se foi, coragem encontrou.
Menino encontrou, a bola pegou,
Menino a bola pegou e jogou.
Menino, jogou e um gol marcou,
Menino, o gol marcou, o time vibrou.

Menino, o time vibrou, e se contentou,
Menino, se contentou  a bola no gol.
Menino saiu,  pra rua se foi,
Menino que ia estudar.
Menino, pois a falar,
Menino, a falar dessa proeza.

Menino, põe  a reclamar,
Menino, a reclamar desse linguajar.
Menino, a vida a batalhar,
Menino, vai   melhorar.
Num sorriso eloquente,
Menino, és  valente.

Menino, diariamente,
Menino, és  inteligente.
Menino, ele cresceu,
Menino, ele venceu.
Menino, ele simplesmente,
Menino,  amadureceu.



               VERDADES DE CORDEL

A literatura de cordel,
É a poesia popular.
É a história contada,
Em versos, prosas.

A literatura de cordel,
A antiga era no papel.
Em estrofes  rimar,
Feitas pra ler e entender.

A literatura de cordel,
Não mais escrita no papel.
Continua em estrofes e a rimar,
Sentido da informática.

A literatura de cordel,
Na tela do computador.
É vista pelo leitor,
Tamanho, é   do visor,

A literatura de cordel,
Na tela do celular.
É lida, é inovador.
Ao contento do leitor.

Os folhetos de cordel,
Hoje não mais.
Vendidos em feiras,
Nem pendurados num cordel.

Se falarmos do passado,
Da literatura de cordel.
Do amor ou do papel,
Atualizamos o nosso cordel.

Da razão, ao social,
Da literatura de cordel.
Do passado, ao futuro,
Novos traços ao cordel.

Sobre a questão social,
Orientar ao cidadão.
Do cordel é reflexão,
E também educação.

Se tratarmos de outros temas,
Da luta contra o bem ou o mal.
A linguagem do cordel,
Encontraremos lá nos céus,

O cordel é uma expressão,
Da autêntica poesia ou canção.
Do povo de uma região,
O seu linguajar em expressão.







            CORDEL    CURITIBA
AS PROEZAS DO MEU PARANÁ

Da capital do meu Paraná,
Nesse cordel, quero lembrar.
Que o povo desse lugar,
Tem um diferente linguajar.
Olha só esse linguajar,
Pro leite vou explicar.

Seu modo o povo falar,
Leite quente, pra gente.
Leite quente faz bem pra gente,
Essa  proeza ouvi alguém falar.
O  feijão o sustento dessa gente,
O feijão preto eis o paladar.

Outro feijão pouco por lá,
Desse povo posso acrescentar.
Outrora, “o carioca” por lá difícil
De se encontrar.






                BOTA PRA FORA


Bota pra fora, a bota e a espora,
Bota pra fora, o cheiro forte da aurora.
Bota pra fora, o calor de outrora,
Bota pra fora, sou Juiz de Fora.
Bota pra fora, senão, vou-me embora,
Bota pra fora, o lixo, e sem demora.

Bota pra fora, eis, o raiar da aurora,
Bota pra fora, essa sua melancolia.
Bota pra fora, eis a tarde, quanta demora,
Bota pra fora, eis então, vou-me embora.
Bora pra fora, já é tarde, não demora,
Bora pra fora, meu adeus, fui simbora.



                       CORDEL
                 LÁ EM CASA

Em cada canto, um encanto,
Entretanto lá em casa, muitos cantos.
O canto do sabiá é um encanto,
Existe  lá em casa outros tantos cantos.
O canto que existe lá em casa,
Não são só os cantos do sabiá.

Quantos cantos, quantos encantos,
Por ordem na bagunça, lá em casa.
O desespero, o cansaço lá chegou,
A diarista, por conseguinte registrou.
Eram muitos os cantos e o encantos,
Os problemas, esquenta!  Ninguém aguenta.

Lá em casa é assim,
Volta e meia, a casa esta cheia.
A esposa é quem ordena,
Ninguém, porém a condena.

Lá em casa, é assim,
Volta e meia, tudo esperneia.
Parece mesmo não ter fim,
Coitado! Ai de mim...



                CORDEL          
    DOS SERES HUMANOS

Das faces do ser humano,
Do cordel ora digitalizado.
Com rima, métrica, oração.
Ora canto, declamação e mesmo emoção.
Das faces do ser humano, 
Da era primordial, a atual.


Assim a temática do cordel,
A sua literatura faz com que os povos.
Muitos choram, ela faz rir,
emocionar e até mesmo calar.    
Mostra histórias, vidas de um povo,
O real cordel é a nossa literatura.

Rogamos a crença autêntica hoje virtual,
É a nova linguagem, do século o atual.
Da linguagem de um povo simples,
Atuando com um povo fraternal.



                   CORDEL
            NESSE LUGAR

Nesse lugar tem gente do bem!
Nesse lugar tem gente, porém.
Tem gente! Que  vai e vem!
Tem gente! Que vem e vai!
Nesse lugar chamado Paraná.
Tem comida por todos “lugar”.

Por todos “lugar” que o homem procurar,
Tem comércio pro povo poder gastar.
Nesse lugar chamado Paraná,
Muito se planta, em terras do Paraná.
Importante, o cultivo desse lugar,
O que se planta, nasce nesse meu Paraná.

Nesse lugar, chamado Paraná,
Enaltece,  o povo desse lugar.
Nesse lugar vivo pro bem!
Nesse lugar Eu e meu Bem.
Nesse lugar vivo a morar,
Nesse lugar  pude encontrar.

Nesse lugar sempre quis morar,
Nesse lugar sempre a cantar.
Nesse lugar, melhor não há,
Nesse lugar, quisera!
Ela  pude encontrar.
Nesse lugar, outrora  a enamorar,
Nesse lugar, ainda pude casar.

Nesse lugar, pude construir,
Nesse lugar, meu  barraco vou usufruir.
Nesse lugar, outro melhor não há,
Nesse lugar, hei de te amar.
Nesse lugar vou ficar,
Nesse lugar, pretendo eternizar.

Nesse lugar, vou conquistar,
Nesse lugar, vou alojar.


Nesse lugar, nesse lugar,
Nesse lugar, vivo a morar;
Nesse lugar, Eu e Você,
Nesse lugar passei a viver.
Nesse  lugar conheci você,
Nesse lugar amei você.

Nesse lugar, inda casei com você,
Nesse lugar, eu vivo feliz com você.
                                         
Nesse lugar, meus filhos eu e você.
Nesse lugar, sempre nesse lugar...




 As Abelhas, as formigas e o  tamanduá.
                    Cordel  infantil 

Vou contar uma estória,
Muita atenção, na descrição.
No tamanduá, nas formigas e nas abelhas.
Quanto trabalho, quanta alegria,
Zum! Zum! Zum ! o das abelhas,
O que falar das formiguinhas.

E no fim houve  uma destreza,
O tamanduá, virou a mesa.
Vejam lá o que restou,
As formiguinhas ele devorou.
Vou citar as abelhinhas,
Bateram asas ,nada restou.

Dito e feito, foi um golpe perfeito,
Do tamanduá, era de se  esperar.
Coitadas das formigas,
Nunca iam  imaginar.
Que o belo do tamanduá,
Um golpe estava a preparar.

Era essa a estória,
Que eu tinha pra contar.
Do terrível tamanduá,
Que numa bocada  tamanha.
Veio  pra floresta,  enfernizar,
Engoliu  todas  as formigas.

Que  estavam  sorridentes a trabalhar,
O tamanduá,Um golpe estava a preparar.
Era essa a estória,
Que eu tinha pra contar.
Do terrível tamanduá,
Que numa bocada  tamanha.


Veio  pro formigueiro, enfernizar,
Assim, engoliu  todas  as formigas.
Que  estavam  sorridentes a trabalhar,
Se alguém me perguntar!
Do por que das abelhas nesse cordel,
Elas vieram pra enfeitar,e valorizar.

Nos arranjos  desse  belo  cordel,
E esta estória poder rimar!
  


           BOIADA DO PARANÁ

  Tem cada coisa,
  Pra te contar.
  Tem aqui a boiada,
  Desse velho, meu Paraná.
Eram velhas as estradas,
Todas emburacadas.

Lá ia Eu e a boiada,
Nesse rincão, meu Paraná.
Com o berrante,
  E o sol ardente.
  Sempre sorridente,
  No sertão do Paraná.

O dia surgindo,
O boi mugindo.
A água faltava,
O chicote cortava;
Se dizer que era sertão,
Ninguém por perto.

Sem música, sem violão,
No meio desse rincão.
Nesse meu Paraná,
Precisava, a estrada enfrenta.
O berrante! vivia a tocar,
Pra boiada  poder levar.

No meio da invernada,
Lá estava. Eu e a boiada.
Enfrentando, longa jornada,
A terra, era toda emburacada.
Hoje, o asfalto, tomou conta,
Boiadeiro, você não encontra.
Nem tampouco estrada deserta,
Nesse rincão, meu Paraná!


                                                   valorização do cordel do século XXI 

terça-feira, 9 de abril de 2013

PEÇA TEATRO: A DENGUE 2013.

Nome da peça teatral: A Dengue 2013.

                                    AUTOR: FERES CURY  

Início:

  Os personagens entram cantando:
 A cada cinco pessoas de modo a formar um semi círculo:( cantando )
  Cada grupo irá cantar uma moda de ninar: Os lados opostos ao semi-circulo.
 1º grupo: Nós somos da pátria aguada,
                  Fiéis soldados.
                  Nós somos a Dengue malvada,
                  Somos amigos da água parada.
             
2º grupo: Nós somos da pátria amada,
                 Fiéis soldados.
                 Combatemos a dengue malvada,
                 Somos inimigos da água parada.

1º grupo: A barata diz que tem,
                 Sete saias de filó.
                 É mentira da barata,
                 Ela deu pro mosquito
                 O seu belo guarda-pó.

2º grupo: A barata diz que tem:
                 Sete saias de filó.
                 É mentira da barata,
                 Ela deu pro mosquito
                 O pneu, com água e pó.

1º grupo:  Pirulito que bate-bate,
    e            Pirulito que já bateu.
2º grupo   Quem gosta de mim é ela,
                  Quem gosta dela sou eu.
                  A dengue é um bichinho,
                  Violento que da dó;
                  Gosta da sujeira, água limpa do pirapó!

                 Outras: Atirei um pau no gato.
                               Se eu fosse um peixinho...

Apresentação da peça teatral:

1ª pessoa:  Vestes A DENGUE.
  Olha só! Esse bairro é um paraiso!
  Que legal!
  Vejo quintais, com pneus, garrafas vazias, vasos com plantas...
  Ei!!! Olha só! Todos cheios da água...
  Ufa!!!!
  Ainda bem que ninguém, ninguém mesmo teve a idéia de fazer uma limpeza.
  Olha só!
  Aqui é o lugar perfeito prá "EU" morar... Espera aí!
  Vou buscar toda a minha família!
  Pois aqui é o lugar perfeito para EU crescer e morar...
  Até pensei em por uma Plaquinha:
  Nesse belo quintal.
  Aqui mora A FAMÍLIA DENGUE.

2ª Pessoa: Vestes  Fiscal da Prefeitura.
   Eu sou um agente da prefeitura;
   E vou visitar Esse Bairro.
   Pois...Parece que lá existe muito MOSQUITO DA DENGUE.
   EEpa!...Pois parece que há muito mesmo...
  Olha  só!
  Nesse....Bairro; houve vários casos de pessoas que ficaram "doentes".
  Eu sou:"UM AGENTE" da DENGUE.
  Vamos lá!... Vamos tentar adiantar... Ola! Pessoal!
  Batendo Palmas!!!!!!!!!!!...............
  Oi! Bom Dia! Senhora.
  Sou Um Agente da Dengue; e sou enviado pela Prefeitura.
  Podemos conversar!
  Ela!
  Que legal!
  Que o senhor veio...
  Pois... O Bairro esta inteiro apavorado com essa doença e ninguém sabe o que fazer!
  Posso dar uma olhada no seu quintal!
  Sim...Entre por favor!

3ª Pessoa: Vestes O MOsquito da Dengue
  Estou escutando vozes...
  Quem será que veio pra perturbar o meu sossego....
  Faz muito tempo que ninguém aparece por aqui!
  Vou me esconder...  Ou melhor!
  Vou mesmo nadar um pouco nesse PNEU ou talvez nessa GARRAFA.

4ª Pessoa: O Agente  ( vestes agente da Prefeitura ).
  Mas... O que estou vendo aqui!...
 Por aqui!
 Garrafas vazias...Pneus velhos!... Vasos de plantas com pratinhos com água... E todos cheios de água e INSETOS... Olha só... São LARVAS...

5ª Pessoa ( Vestes Dr PNEU )
  Faz um tempão que estou jogado aqui!
  E quando chove! Fico Cheio de água e também de mosquitos da dengue pois "ELES" adoram morar na água e é também aonde se reproduzem.

6ª Pessoa  ( Vestes Dr GARRAFA ).
  Comigo acontece o mesmo!
  Fiquei escondidinho nesse canto,
  E veja....
  Estou cheio d"água e de mosquito.
  Eu já não aguento mais...

7ª PESSOA   Dr PLANTINHA
  Que bom! Todos gostam de mim!
  Me cuidam bem.
  Dão água pra mim todos os dias.
  Para que as plantas fiquem mais bonitas.
     EU NÃO SABIA!
     Que no pratinho
     Aonde fica água...
    Era tão perigoso!

  Agora sim!
  Estou vendo que ELE é um verdadeiro criadouro de:
  MOSQUITO DA DENGUE.
  O que podemos fazer para isso não acontecer?
        SIM!
  O que podemos fazer?
 A gente não quer prejudicar ninguem!

8ª PESSOA ( Vestes A Professora )
  Eu sou a Professora dessa Escola!
  Vou passar todas as medidas de PREVENÇÃO contra a DENGUE:
  Eu passarei essas orientações para  as crianças que por sua vez passarão aos seus...

9ª PESSOA  ( Vestida de Mosquito da Dengue )

  Eu estou bem escondido;
  Mas... escutei tudo! tudinho!!!
  Parece que querem acabar COMIGO!  UAU!!!!
  Mas! ... Eu vou resistir...
  Vou me esconder em...
  Qualquer GARRAFA VAZIA!
      PNEU!!!
      VASO ou Recipiente
       Que tenha água limpa! Parada!
       Ali, estarei...
      Risos:  Ah!...Ah!...Ra! Ra!Ra!...
      Pessoal!....
AGORA O GRUPO DE PESSOAS    ( TODOS ):
Nós temos que formar:
Uma rede de informação ao combate da DENGUE...
Para isso precisamos do apoio da COMUNIDADE EM GERAL:
*Igrejas,
*Escolas,
*Clubes, Lions Clube,
*Prefeitura,
*Bombeiros,
*Militares,
*Empresas,
*Todos os seguimentos sociais...

VEJAM SÓ!
  A Professora que tem contato com as crianças e os pais;
  O Trabalhador de Empresa, enfim, todos colaborando...
  Repassando as informações para todos... somente assim...
  A Professora falou como combater O MOSQUITO DA DENGUE!
  Vou fazer uma limpeza no meu quintal lá em casa...

O MOSQUITO  ( vestes de dengue )
  Ai que raiva!
  Esse bairro vai estar limpo!
  Sem pneus...garrafas...plantinhas...
  Tudo vai desaparecer!!!!!!!
   Ei!...     Espera ai!...
     Preciso encontra outro lar! Outro bairro...
          Socorro! Socorro!  Socorro!
              Vou morrer!   Estou morrendo...
                        Ai que raiva!....

TODOS OS MEMBROS PARA FINALIZAR:
   
  Quem tem estudo, é estudioso!
  Quem tem amor, é amoroso!
  Quem tem Gota é Gotoso!
  E...Quem tem DENGUE é DENGOSO!
                        Salve-se quem puder...

terça-feira, 31 de julho de 2012

Fábula:A galinha Engraçada

  Em uma cidadezinha do sertão nordestino, cujo nome não é mais lembrado, nome desconhecido, havia um galinheiro com muitas galinhas.



            Espaço: Criatividade Uma cidadezinha nos fundos vizualização de
                 um galinheiro e a GALINHA ENGRAÇADA


  Uma delas, era toda cheia de razões que até teve um apelido especial: A galinha "ZEZÉ". Muito falada, a danada era tida por "louca", por praticar determinadas loucuras, para outros ela não passava de uma "galinha trapaceira" e engraçada.

  
     Espaço: Criatividade   Muitas galinhas e Uma Galinha em DESTAQUE: "A ZEZÉ"

          DESTAQUE ESPECIAL: Uma galinha pontilhada para crianças desenvolverem pintura...

       Por mais louca ou engraçada que fosse "Zezé", todos que a viam passavam a respeitá-la tanto pelos gracejos ou pelas dóceis loucuras.


      Espaço:  Pessoas vendo com ar de assustadas  UMA GALINHA FURIOSA

         Espaço criatividade:  Uma galinha assustada pontilhada...
                                 Destaque para pintura....

  A danada tinha um costume: Um tanto estranho, o de acompanhar velórios, e por incrivel que pareça, ninguém dará crédito algum ou ao menos irá acreditar no fato de que essa espantosa galinha,não perdia sequer um só velório,digo, um só enterro


          Espaço criativo: Uma galinha frente a um funeral  CAIXÃO COM DEFUNTO...



desde que conhecida por "galinha A ZEZÉ"; pobretona, acompanhava assim o enterro sempre ao lado do caixão, seu lugar já era sabedor por aqueles que realmente a conhecia.
  Sabe como a "ZEZÉ" agia?
  Naquela localidade, bem sertão, existia lá! Sim, uma capela, na qual bem no alto, um sino se escondia.


         Espaço criativo: Uma Capela, expor uma Galinha velando...

  E, quando alguém morria, ou o Padre ou mesmo alguém se incubia de dar as badaladas... e a Zezé, a galinha com o passar dos tempos aprendera o suficiente, se os badalos correspondiam ou não a morte de alguém daquela comunidade, ou se era pra avisar algo diferente; se os badalos correspondessem a morte, a danada da galinha ia então de encontro toda faceira e o seu cacarejar já era conhecido por todos daquela comunidade.


         Espaço criativo:  Uma Galinha sendo reconhecida pela comunidade....


  Todos qua a viam já então tomavam conhecimento do acontecido.
  Só vendo pra crer!
  A Zezé acompanhava os velórios e mais ainda até parecia que o defunto do momento era um parentesco ou um alguém muito querido.

       Espaço criativo: Uma galinha acompanhando um velório...com ares de ser
                        alguém conhecido.

  A danada ficava diante do caixão o tempo todo que lhe era oportunizado, de tal maneira de que, quem a observava, pensava que ali ela estaria chorando, ou... até mesmo rezando prá... quem sabe ao certo! Talvez salvar a alma do compadecido.

      Espaço criativo: Uma galinha frente
                      a um caixão Defunto... com ares de reza!


  Morreram tantas pessoas, que tampouco, nem "Zezé! saberia ao menos de quantos velórios ter participado.
  Mas, uma coisa é certa! Todos que lá ainda estão com vida, e que, conviveram com a danada "Zezé", quando viva, guardam um certo respeito por ela, a galinha, como se fosse uma pessoa querida daquela comunidade, digna de respeito.

      Espaço criativo: Uma cidadezinha... Um galinheiro...
                        e a galinha Zezé na frente do galinheiro.

  Os anos se foram, mas quando "Zezé! morreu, e a comunidade soube...
  Então, reunidos compraram um belo caixão e juntos, lá no sítio do seu dono, o desconhecido, a velaram, o comentário nesse dia era sobre "Zezé" A galinha engraçada e prá muitos outros a galinha louca.

     Espaço criativo: Um velório de galinhas acompanhando A Galinha engraçada.
                               Destaque O caixão com Zezé a galinha...



  "Zezé" a galinha engraçada, a que acompanhou muitos e muitos velórios teve o direito de ser enterrada no meio, junto daqueles a que pertenciam aquele patrimônio "Cemitério".
  O tempo passou, ninguém mais pronunciou a respeito.
  Diz um tratado, que isso aconteceu numa cidadezinha desconhecida, lá no sertão desse meu Brasil; quando ainda as primeiras funerárias começaram a comercializar os seus primeiros caixões.


    Espaço criativo:  Uma Funerária representada por Galos  e Galinhas...
                       Ver melhor destaque...

  Esssa galinha não era fraca não...
  Usou e abusou de todos.





ATENÇÃO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


       EDITORAÇÃO:

  Favor entrar no BLOG: poesias-catarina.blogspot.com

      Eis aqui o esboço dos poemas:
  1. Acredite em você.
  2. Aos drogados.
  3. Estudante.
  4. Emocionante vida.
  5. Força estranha.
  6. Maringá.
  7. Ao menos.
  8. A minha Mãe.
  9. Medo de Olhar.
 10. Orvalho.
 11. Pare para pensar.
 12. Pense em Você.
 13. Porta aberta.
 14. Ao Meu Pai.
 15. Personagem Maluca.
 16. Querer.
 17. Sabor de Azedo.
 18. Bela Idade.
 19. Sem Chance.
 20. O Sonhador.
 21. Sede de Viver.
 22. Sentimento.
 23. Sensação.
 24. Vida.
 25. A Vida.
 26. Vivendo as Drogas.
 27. O Vaqueiro.
 30. Viverei para declamar.
 31. Um Minuto em Você.
 32. Diferenças.
 33. Viverás Amarás.
 34. Um Momento.
 35. Boato.
 36. Maringá tem TCCC.
 37. Quem sou Eu?
 38. Somos do Brasil!
 39. Eu e Você.
 40. Reflexo.
 41. Grosseria.
 42. Do Bafo Nego.
 43. Imaginação.
 44. Arreda o Pé.
 45. Preciso Ver.
 46. Da Cana Braba.
 47. A Bisa.
 48. Notícia Urgente!
 49. Labortário da Natureza.
 50. Minha gente.
 51. Brasil 500 Anos.
 52. Mentira ou Verdade.
 53. Cabral! Festa Colossal.
 54. Sinfonia.
 55. Nordestino por acaso.
 56. De ponta cabeça.
 57. Maringá.
 58. Vôo Panorâmico.
 59. Maria Fumaça.
 60. A Catedral.
 61. Maringá Milenar.
 62. Por Maringá.
 63. Virada Milenar.
 64. Futuro 2020 0u...
 65. Me ajude a decidir.
 66. Nosso Ideal.

             Para conectar o meu conto>
                     Digite  Dentro do GOOGLE   feres cury
                               de um enter: O Caipira e o doutor.

                                      No aguardo.
                                                    88354479
                                          OK! Ao Pastor Ney
                                             


                                      

sexta-feira, 27 de julho de 2012

TERRA LEITURA IMPORTANTE

                                                            Terra

Dependemos do Sol para viver,mas ele é uma estrela,e como tal MORRERÁ um dia.

Como ele surgiu há cerca de 4,5 bilhões de anos,O SOL ainda tem pela frente um pouco mais mais de 6,5 bilhões de anos vida.

Mas, para nós da TERRA, a proximidade com o fim do sol não será tão calmo assim, porque a luminosidade do SOL sempre aumenta, ainda que de forma lenta,e deverá dobrar. Ficando mais brilhante, S SOL vai aquecer muito mais a TERRA.

Com mais calor, toda a água do nosso PLANETA vai evaporar.  Não sabemos exatamente quando isso irá acontecer, mas poderá ser em pouco mais de três bilhões de anos,dependendo da quantidade de nuvens,porque elas absorvem parte de ENERGIA que vai para a TERRA.

ATENÇÃO!

  Os seres humanos podem ser considerados um enorme sucesso ecológico, devendo ser o animal de grandes dimensões mais abundante na TERRA.  Os únicos que se podem aprimorar de NÓS são os que domesticamos ( vacas,galinhas,ovelhas,porcos) ou os que dependem dos habitas por nós criados e que nos circunrodeiam (pardaise ratos,po exemplo).

MINHA OPINIÃO: Sim, o ser humano é um sucesso ecológico.

VAMOS CUIDAR MELHOR  DO PLANETA TERRA.  

Você não acha que a sua vida é legal! Então curta mais essa...

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Você gosta de ler! A mula, o cachorro...

                                     A mula, o cachorro e o caboclo.   Autor: Feres Cury

                   Havia numa pacata cidadezinha desse meu Paraná, um sitiante, O Caboclo, por vez este possuía um cachorro, seu nome:Belo.
  Todas as vezes que o Caboclo ia para a roça, O Belo, seu amigo, o acompanhava, não arredava sequer por um nada.
  Quando da época de cuidar das terras,O Caboclo ia preparar as terras para o plantio, e o Belo então o tempo todo ficava vigiando seu velho dono.
  O Caboclo tinha um Mula, era tida como seu braço direito; a usava e abusava quando da época do preparo para o plantio e ou mesmo quando da época das colheitas.
  Numa certa manhã, O Caboclo se pôs a arar preparo das terras para um novo plantio... sabe-se qua após o almoço, este voltando para dar continuidade ao preparo do terreno, e vendo qua a tarde estava caindo e a noite chegando... O Caboclo, então, um tanto irritado por estar faltando tão pouco para o término do preparo do terreno e vendo que o tempo não era dos melhores, pois, prometia chuva, muita chuva, entretanto, apontava nos céus algumas nuvens cinzentas, outras tantas mais escuras, põe-se desta feito a bater na pobre mula.   E de repente sem que percebesse a mula olhando para traz com um certo ar de desconfiança...e o velho vendo...Eis que:
  A mula então com um ar de espanto apodera de certos dizeres:
  Quando então...
  O Caboclo já com um certo chicote...locamente havido chicoteado a danada daquela mula.
  Aborrecida com as chicoteadas resolve dizer:
 Porque é que você não vai bater na tua mãe!!!! Ou então... na tua mulher??????????
Eis que....
Quando o caboclo ouviu esses dizeres....
Saiu num certo disparo ele e seu amogo O Belo... por vez correram tanto que foram debaixo duma árvore.
Embaixo daquela árvore, quase que!!! Passados algumas horas, eis que, o caboclo olhando para o Belo e esse olhando para o Caboclo...O amigo Belo fitando certo olhar de espanto resolve dizer:
Puxa!!!!
Que mula, malcriada!!!!Maluada!!!!
Não e mesmo???????????????
Olha só patrão!!!!!!!
Qual é a dela???????????
Logo no horário de maior apuro....
No dia de mais serviçal!.....
Não respeira... Nem tampouco o seu patrão...
E o caboclo... O velho sitiante, novamente com um certo ar de intranquilidade, e todo inquieto, por vez ouvindo os dizeres desolve correr...
Correu tanto que... só mesmo depois de horas e horas resolve parar.
Debaixo d"outra árvore põe-se a refletir o acontecido.
O que a danada da mula havia dito... e o que o seu amigo havia pronunciado.
 Após um belo tempo se pôs a perguntar: Será que não foi tudo apenas uma mera imaginação.
Coisas da vida.
Moral: É preciso sofrer para valorizar o viver...