São aqui publicações ESPECIAIS para que EDUCADORES possam visualizar os CORDÉIS DO PARANÁ. Agora sendo OBSERVADO em cinco PAÍSES dentre eles: Além do BRASIL PORTUGAL/ESPANHA/ITÁLIA/FRANÇA/ARGENTINA sendo agora aderido por CHILE Obrigado meus Hermanos... Obrigado!!!!! A todos 03-11-15 Obrigado Especial ao Amigo da FLIM...
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quarta-feira, 11 de novembro de 2015
Como fazer cordéis Aprenda a fazer um cordel Interessante veja aqui como se faz um cordel. É divertido! Aprenda fazer um cordel Noções de métrica e rima Por: Feres Cury O que é literatura de cordel? É uma narrativa poética popular escrita com métrica e com rimas soantes (perfeitas ou quase perfeitas). O que é um verso? É cada uma das linhas constitutivas de um poema. (o mesmo que pé). Versos brancos: versos não rimados; versos soltos. Verso de seis pés: Sextilhas Verso de pé quebrado: Verso errado ou malfeito O que é estrofe? É um grupo de versos que apresentam, comumente, sentido completo, o mesmo que estância. Existem vários tipos de estrofes, no cordel as mais usadas são: quadra (que caiu em desuso), sextilha, setilha e décima. Veja os exemplos abaixo: Quadra (estrofes de quatro versos de sete sílabas) O sabonete cheiroso, Bonitinho e perfumado; Ele ouviu alguns rumores Que o deixou encabulado. (A briga do sabão com o sabonete, Gomes de Assis) Sextilhas (estrofes de seis versos de sete sílabas) A sujeira aqui em baixo Já está fazendo mal E o Homem achando pouco Lá no Espaço Sideral Contamina nossa órbita Com o lixo espacial. (A Terra pede socorro, Gomes de Assis) Setilhas (estrofes de sete versos de sete sílabas) Bin Laden conectado Com Nete ficou teclando Passando noites no Messagen Por ela se declarando.Bom! Gosto não se discute, Mas não é que pelo Orkut Um romance foi rolando. (Férias que Bin Laden passou em Natal, Gomes de Assis) Décimas Se eu morrer neste lugar Cessando aqui minha lida Lá do outro lado da vida Do Sertão hei de lembrar E se Deus me castigar Será branda a punição Pois ele dirá então: - Pior castigo foi ser Um sertanejo e viver Distante lá do Sertão. (Saudades do meu sertão, Gomes de Assis) O que é métrica? Arte que ensina os elementos necessários à feitura de versos medidos. Sistema de versificação particular a um poeta: (Dicionário Aurélio) Uma sílaba poética é diferente de uma sílaba comum. É possível unir duas ou mais sílabas ou fonemas em apenas uma sílaba poética. Veja o verso abaixo: Lá do outro lado da vida Observe que essa estrofe tem oito sílabas comuns, mas poeticamente só tem sete sílabas metrificadas. 1 2 3 4 5 6 7 Lá do ou tro la do da vi da A sílaba poética é pronunciada como ouvimos os versos, por isso a sonoridade é importante num verso metrificado (a essa contração dá-se o nome de crase ou elisão) e só se conta as sílabas até a sílaba tônica da última palavra. Veja outro exemplo: Em pleno século vinte, O colossal transatlântico Partindo lá da_Inglaterra E _atravessando o Atlântico, Chega à_América em cem horas. Feito digno de cântico. (Manuel Azevedo, A tragédia do Nyengurg) As sílabas em negrito são as sílabas tônicas das últimas palavras, onde termina a contagem das sílabas métricas, e as sílabas sublinhadas são as que se contraem formando uma única sílaba. Observa-se que três vocais se contraindo no quinto verso e no sexto verso a consoante “g” forma uma sílaba. Na literatura de cordel geralmente usa-se os versos de sete sílabas (redondilhas maiores) e os versos de dez sílabas (decassílabos). Outro ex.: Vou narrar uma história De_um pavão misterioso Que levantou vôo da Grécia Com um rapaz corajoso Raptando_uma condessa Filha de_um conde_orgulhoso. (* Romance do Pavão Misterioso.) O que é rima? Identidade de som na terminação de duas ou mais palavras. Palavra que rima com outra. Rimas ricas Rimas entre palavras de que só existem poucas, ou raríssimas, (chamadas também de rimas difíceis) com a mesma terminação, como novembro e dezembro; túmido e úmido, ou, segundo critério mais seguro, entre palavras de classes gramaticais distintas, como santo (adjetivo) e enquanto (conjunção), minha (pronome)e caminha(verbo). Rimas pobres Rimas entre palavras de que se encontra superabundância com a mesma terminação, (chamadas também de rimas fáceis) como agonia e sombria; caminhão e pão ou entre palavras antônimas, como fiel e infiel, simpático e antipático, ou, ainda, segundo critério preferível, entre vocábulos da mesma classe gramatical,como chorasse (verbo) e cantasse(verbo);meu (pronome) e seu (pronome). Rimas toantes Aquelas em que só há identidade de sons nas vogais, a começar das vogais tônicas até a última letra ou fonema, ou algumas vezes, só nas vogais tônicas, ex.: fuso e veludo; cálida e lágrima. (essa forma não é aceita na cantoria nem na literatura de cordel). Rimas consoantes As que se conformam inteiramente no som desde a vogal tônica até a última letra ou fonema. Ex.: fecundo e mundo; amigo e contigo; doce e fosse; pálido e válido; moita e afoita. (essa é a forma adotada nas cantorias e na literatura de cordel por ser uma rima perfeita).Palavras com grafia diferente, mas com fonemas (sons) iguais são consideradas rimas perfeitas, ex.: chorasse e face; princesa e riqueza; peça e pressa; seis e mês; faz e mais, PT e dendê. Temos que ter maior cuidado com palavras estrangeiras, porém podem ser usadas, ex.: discute e orkut; batuque e notebook; bauex e você; Internet e chevete, gay e rei. (Existe uma linha de poetas contemporâneos que não utilizam a rima com grafia diferente). Rimas aparentes (em hipótese alguma se usa no cordel) São palavras que enganam pelas suas sonoridades parecem que rimam com outras, porém não rimam, ex.: Ceará e cantar; café e chofer; doutor e cantou; desistir e aqui; preferido e amigo; esperto e concreto, pensamento e centro; menina e clima; métrica e genérica; pensamento e tempo vazio e sumiu; cururu e azul. Cuidado que tem palavras que praticamente não existem rimas para elas, ex.: pizza, tempo, cinza e lâmpada. CUIDADO: Não se rima plural com singular. Devido um fato histórico-linguístico não se rima palavras terminadas em “l” com terminadas em “u”, ex.: Brasil e viu; Natal e bacurau Gabriel e chapéu não rimam
Aprenda a fazer um cordel
Interessante veja aqui como se faz um cordel.
É divertido!
Aprenda fazer um cordel Noções de métrica e rima
Por: Feres Cury
O que é literatura de cordel?
É uma narrativa poética popular escrita com métrica e com rimas soantes (perfeitas ou quase perfeitas).
O que é um verso?
É cada uma das linhas constitutivas de um poema. (o mesmo que pé).
Versos brancos: versos não rimados; versos soltos. Verso de seis pés: Sextilhas Verso de pé quebrado: Verso errado ou malfeito
O que é estrofe?
É um grupo de versos que apresentam, comumente, sentido completo, o mesmo que estância. Existem vários tipos de estrofes, no cordel as mais usadas são:
quadra (que caiu em desuso), sextilha, setilha e décima.
Veja os exemplos abaixo:
Quadra (estrofes de quatro versos de sete sílabas)
O sabonete cheiroso,
Bonitinho e perfumado;
Ele ouviu alguns rumores
Que o deixou encabulado.
(A briga do sabão com o sabonete, Gomes de Assis)
Sextilhas (estrofes de seis versos de sete sílabas)
A sujeira aqui em baixo
Já está fazendo mal
E o Homem achando pouco
Lá no Espaço Sideral
Contamina nossa órbita
Com o lixo espacial.
(A Terra pede socorro, Gomes de Assis)
Setilhas (estrofes de sete versos de sete sílabas)
É divertido!
Aprenda fazer um cordel Noções de métrica e rima
Por: Feres Cury
O que é literatura de cordel?
É uma narrativa poética popular escrita com métrica e com rimas soantes (perfeitas ou quase perfeitas).
O que é um verso?
É cada uma das linhas constitutivas de um poema. (o mesmo que pé).
Versos brancos: versos não rimados; versos soltos. Verso de seis pés: Sextilhas Verso de pé quebrado: Verso errado ou malfeito
O que é estrofe?
É um grupo de versos que apresentam, comumente, sentido completo, o mesmo que estância. Existem vários tipos de estrofes, no cordel as mais usadas são:
quadra (que caiu em desuso), sextilha, setilha e décima.
Veja os exemplos abaixo:
Quadra (estrofes de quatro versos de sete sílabas)
O sabonete cheiroso,
Bonitinho e perfumado;
Ele ouviu alguns rumores
Que o deixou encabulado.
(A briga do sabão com o sabonete, Gomes de Assis)
Sextilhas (estrofes de seis versos de sete sílabas)
A sujeira aqui em baixo
Já está fazendo mal
E o Homem achando pouco
Lá no Espaço Sideral
Contamina nossa órbita
Com o lixo espacial.
(A Terra pede socorro, Gomes de Assis)
Setilhas (estrofes de sete versos de sete sílabas)
Bin Laden conectado
Com Nete ficou teclando
Passando noites no Messagen
Por ela se declarando.Bom!
Gosto não se discute,
Mas não é que pelo Orkut
Um romance foi rolando.
(Férias que Bin Laden passou em Natal, Gomes de Assis)
Décimas
Se eu morrer neste lugar
Cessando aqui minha lida
Lá do outro lado da vida
Do Sertão hei de lembrar
E se Deus me castigar
Será branda a punição Pois ele dirá então:
- Pior castigo foi ser
Um sertanejo e viver
Distante lá do Sertão.
(Saudades do meu sertão, Gomes de Assis)
O que é métrica?
Arte que ensina os elementos necessários à feitura de versos medidos. Sistema de versificação particular a um poeta: (Dicionário Aurélio)
Uma sílaba poética é diferente de uma sílaba comum. É possível unir duas ou mais sílabas ou fonemas em apenas uma sílaba poética. Veja o verso abaixo:
Lá do outro lado da vida
Observe que essa estrofe tem oito sílabas comuns, mas poeticamente só tem sete sílabas metrificadas.
1 2 3 4 5 6 7
Lá do ou tro la do da vi da
A sílaba poética é pronunciada como ouvimos os versos, por isso a sonoridade é importante num verso metrificado (a essa contração dá-se o nome de crase ou elisão) e só se conta as sílabas até a sílaba tônica da última palavra.
Veja outro exemplo:
Em pleno século vinte,
O colossal transatlântico
Partindo lá da_Inglaterra
E _atravessando o Atlântico,
Chega à_América em cem horas.
Feito digno de cântico.
(Manuel Azevedo, A tragédia do Nyengurg)
As sílabas em negrito são as sílabas tônicas das últimas palavras, onde termina a contagem das sílabas métricas, e as sílabas sublinhadas são as que se contraem formando uma única sílaba. Observa-se que três vocais se contraindo no quinto verso e no sexto verso a consoante “g” forma uma sílaba. Na literatura de cordel geralmente usa-se os versos de sete sílabas (redondilhas maiores) e os versos de dez sílabas (decassílabos).
Outro ex.:
Vou narrar uma história
De_um pavão misterioso
Que levantou vôo da Grécia
Com um rapaz corajoso
Raptando_uma condessa
Filha de_um conde_orgulhoso.
(* Romance do Pavão Misterioso.)
O que é rima?
Identidade de som na terminação de duas ou mais palavras. Palavra que rima com outra.
Rimas ricas
Rimas entre palavras de que só existem poucas, ou raríssimas, (chamadas também de rimas difíceis) com a mesma terminação, como novembro e dezembro; túmido e úmido, ou, segundo critério mais seguro, entre palavras de classes gramaticais distintas, como santo (adjetivo) e enquanto (conjunção), minha (pronome)e caminha(verbo).
Rimas pobres
Rimas entre palavras de que se encontra superabundância com a mesma terminação, (chamadas também de rimas fáceis) como agonia e sombria; caminhão e pão ou entre palavras antônimas, como fiel e infiel, simpático e antipático, ou, ainda, segundo critério preferível, entre vocábulos da mesma classe gramatical,como chorasse (verbo) e cantasse(verbo);meu (pronome) e seu (pronome).
Rimas toantes
Aquelas em que só há identidade de sons nas vogais, a começar das vogais tônicas até a última letra ou fonema, ou algumas vezes, só nas vogais tônicas, ex.: fuso e veludo; cálida e lágrima. (essa forma não é aceita na cantoria nem na literatura de cordel).
Rimas consoantes
As que se conformam inteiramente no som desde a vogal tônica até a última letra ou fonema. Ex.: fecundo e mundo; amigo e contigo; doce e fosse; pálido e válido; moita e afoita. (essa é a forma adotada nas cantorias e na literatura de cordel por ser uma rima perfeita).Palavras com grafia diferente, mas com fonemas (sons) iguais são consideradas rimas perfeitas, ex.: chorasse e face; princesa e riqueza; peça e pressa; seis e mês; faz e mais, PT e dendê. Temos que ter maior cuidado com palavras estrangeiras, porém podem ser usadas, ex.: discute e orkut; batuque e notebook; bauex e você; Internet e chevete, gay e rei. (Existe uma linha de poetas contemporâneos que não utilizam a rima com grafia diferente).
Rimas aparentes (em hipótese alguma se usa no cordel)
São palavras que enganam pelas suas sonoridades parecem que rimam com outras, porém não rimam, ex.: Ceará e cantar; café e chofer; doutor e cantou; desistir e aqui; preferido e amigo; esperto e concreto, pensamento e centro; menina e clima; métrica e genérica; pensamento e tempo vazio e sumiu; cururu e azul.
Cuidado que tem palavras que praticamente não existem rimas para elas, ex.: pizza, tempo, cinza e lâmpada.
CUIDADO: Não se rima plural com singular.
Devido um fato histórico-linguístico não se rima palavras terminadas em “l” com terminadas em “u”, ex.: Brasil e viu; Natal e bacurau Gabriel e chapéu não rimam
Com Nete ficou teclando
Passando noites no Messagen
Por ela se declarando.Bom!
Gosto não se discute,
Mas não é que pelo Orkut
Um romance foi rolando.
(Férias que Bin Laden passou em Natal, Gomes de Assis)
Décimas
Se eu morrer neste lugar
Cessando aqui minha lida
Lá do outro lado da vida
Do Sertão hei de lembrar
E se Deus me castigar
Será branda a punição Pois ele dirá então:
- Pior castigo foi ser
Um sertanejo e viver
Distante lá do Sertão.
(Saudades do meu sertão, Gomes de Assis)
O que é métrica?
Arte que ensina os elementos necessários à feitura de versos medidos. Sistema de versificação particular a um poeta: (Dicionário Aurélio)
Uma sílaba poética é diferente de uma sílaba comum. É possível unir duas ou mais sílabas ou fonemas em apenas uma sílaba poética. Veja o verso abaixo:
Lá do outro lado da vida
Observe que essa estrofe tem oito sílabas comuns, mas poeticamente só tem sete sílabas metrificadas.
1 2 3 4 5 6 7
Lá do ou tro la do da vi da
A sílaba poética é pronunciada como ouvimos os versos, por isso a sonoridade é importante num verso metrificado (a essa contração dá-se o nome de crase ou elisão) e só se conta as sílabas até a sílaba tônica da última palavra.
Veja outro exemplo:
Em pleno século vinte,
O colossal transatlântico
Partindo lá da_Inglaterra
E _atravessando o Atlântico,
Chega à_América em cem horas.
Feito digno de cântico.
(Manuel Azevedo, A tragédia do Nyengurg)
As sílabas em negrito são as sílabas tônicas das últimas palavras, onde termina a contagem das sílabas métricas, e as sílabas sublinhadas são as que se contraem formando uma única sílaba. Observa-se que três vocais se contraindo no quinto verso e no sexto verso a consoante “g” forma uma sílaba. Na literatura de cordel geralmente usa-se os versos de sete sílabas (redondilhas maiores) e os versos de dez sílabas (decassílabos).
Outro ex.:
Vou narrar uma história
De_um pavão misterioso
Que levantou vôo da Grécia
Com um rapaz corajoso
Raptando_uma condessa
Filha de_um conde_orgulhoso.
(* Romance do Pavão Misterioso.)
O que é rima?
Identidade de som na terminação de duas ou mais palavras. Palavra que rima com outra.
Rimas ricas
Rimas entre palavras de que só existem poucas, ou raríssimas, (chamadas também de rimas difíceis) com a mesma terminação, como novembro e dezembro; túmido e úmido, ou, segundo critério mais seguro, entre palavras de classes gramaticais distintas, como santo (adjetivo) e enquanto (conjunção), minha (pronome)e caminha(verbo).
Rimas pobres
Rimas entre palavras de que se encontra superabundância com a mesma terminação, (chamadas também de rimas fáceis) como agonia e sombria; caminhão e pão ou entre palavras antônimas, como fiel e infiel, simpático e antipático, ou, ainda, segundo critério preferível, entre vocábulos da mesma classe gramatical,como chorasse (verbo) e cantasse(verbo);meu (pronome) e seu (pronome).
Rimas toantes
Aquelas em que só há identidade de sons nas vogais, a começar das vogais tônicas até a última letra ou fonema, ou algumas vezes, só nas vogais tônicas, ex.: fuso e veludo; cálida e lágrima. (essa forma não é aceita na cantoria nem na literatura de cordel).
Rimas consoantes
As que se conformam inteiramente no som desde a vogal tônica até a última letra ou fonema. Ex.: fecundo e mundo; amigo e contigo; doce e fosse; pálido e válido; moita e afoita. (essa é a forma adotada nas cantorias e na literatura de cordel por ser uma rima perfeita).Palavras com grafia diferente, mas com fonemas (sons) iguais são consideradas rimas perfeitas, ex.: chorasse e face; princesa e riqueza; peça e pressa; seis e mês; faz e mais, PT e dendê. Temos que ter maior cuidado com palavras estrangeiras, porém podem ser usadas, ex.: discute e orkut; batuque e notebook; bauex e você; Internet e chevete, gay e rei. (Existe uma linha de poetas contemporâneos que não utilizam a rima com grafia diferente).
Rimas aparentes (em hipótese alguma se usa no cordel)
São palavras que enganam pelas suas sonoridades parecem que rimam com outras, porém não rimam, ex.: Ceará e cantar; café e chofer; doutor e cantou; desistir e aqui; preferido e amigo; esperto e concreto, pensamento e centro; menina e clima; métrica e genérica; pensamento e tempo vazio e sumiu; cururu e azul.
Cuidado que tem palavras que praticamente não existem rimas para elas, ex.: pizza, tempo, cinza e lâmpada.
CUIDADO: Não se rima plural com singular.
Devido um fato histórico-linguístico não se rima palavras terminadas em “l” com terminadas em “u”, ex.: Brasil e viu; Natal e bacurau Gabriel e chapéu não rimam
terça-feira, 3 de novembro de 2015
FOLCLORE PARANÁ
FOLCLORE
ESPECIAL
CORDEL
Vimos aqui anunciar,
Pro povo do meu Paraná.
O folclore é uma arte,
Nunca poderá terminar.
Acontece uma vez cada ano,
O folclore é soberano.
Tradição e emoção no Paraná,
Isso ninguém poderá negar.
São tantas as fantasias,
São invejaveis harmonias.
As vestes e as fantasias,
É marcante, esse dia.
CORDEL ESCOLAR
ARRAIAL
ESCOLAR
CORDEL
Olha aqui garotada,
A festança vai começar.
No arraiar desta escola,
Todo mundo vai alegrar.
Tem pipoca,amendoim,
O forro vai começar.
Aquela dança caipira,
Te espera no arraiar.
Tem fugueira, a noite inteira,
Tem os noivos e a festa casamenteira.
Eis aqui a dança e a fugueira,
É festa, no arraiar a noite inteira.
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
Meu Paraná FESTA TRADIÇÃO
MEU PARANÁ! CORDEL FESTA MOÇADA.
Meu Paraná, aqui está,
FESTA NO PARANÁ ( CORDEL )
Veja lá o que eu vou cuntá!
Neste cordel só paz e alegria.
O folclore, as quermesses espia cá,
Santo Antonio,São João e São Pedro.
Outros Santos que outrora vou cuntá,
Nas festanças, nas quermesses du Paraná.
Venha cá, venha junto, venha espiá,
Tem as mocinhas, as prendadas.
Esta festa é muito avechada,
Tem as mocinhas,que desfilam.
É muito legal as suas vestes,
São tantas as misturas.
A festança uma loucura,
A fugueira olha a altura.
Os fuguetes uma aventura,
O bolo, o pudim, se tudo fosse contar.
Milho verde, pipoca,tantos outros por lá,
Essa é a verdade, a quermesse, do Paraná.
Meu Paraná, aqui está,
FESTA NO PARANÁ ( CORDEL )
Veja lá o que eu vou cuntá!
Neste cordel só paz e alegria.
O folclore, as quermesses espia cá,
Santo Antonio,São João e São Pedro.
Outros Santos que outrora vou cuntá,
Nas festanças, nas quermesses du Paraná.
Venha cá, venha junto, venha espiá,
Tem as mocinhas, as prendadas.
Esta festa é muito avechada,
Tem as mocinhas,que desfilam.
É muito legal as suas vestes,
São tantas as misturas.
A festança uma loucura,
A fugueira olha a altura.
Os fuguetes uma aventura,
O bolo, o pudim, se tudo fosse contar.
Milho verde, pipoca,tantos outros por lá,
Essa é a verdade, a quermesse, do Paraná.
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
CORDEL: Gralha Azul.
Cordel: Gralha Azul Autor: Feres Cury
Pudera eu transportar,
No bico poder levar,
O pinhão,poder plantar.
Sou a gralha azul,
Vivo nos campos gerais.
Lá vou toda sorridente,
Voando,plantando meus pinheirais.
Meu canto, o encanto,
Enriquece, os campos gerais.
Sou a gralha azul, o encanto,
Vivo plantando, nos campos gerais.
Nesse cordel enriquecido Paraná,
Pro papel, agora vou registrar.
A gralha azul, jamais poderia faltar,
Dos pinheirais do meu Paraná.
Irrigando o solo do Paraná,
O pinhão jamais irá faltar.
Essa ave, pujante do Paraná,
Essa ave, pujante do Paraná,
Campos gerais, vive a irrigar.
Sou a gralha azul,
Mestre ave, do Paraná,
Nesse cordel agora,
Sou nativa, sou Paraná!
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